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Modismo – Adia e agrava problemas

Há uma marcante diferença de atitude entre as pessoas quando se vêem em dificuldades. Algumas se perdem em justificativas e desculpas, atribuindo aos outros a causa dos seus dissabores, desatinos ou incompetência.

No nosso país – tanto no setor publico ou no privado – assim acontece. Não se tem coragem de assumir os erros e os resultados negativos. É como se estivesse focado no problema e não na solução. E a ética como fica? No mundo atual, a margem de erros na busca de solução de problemas continua alta. Cada vez mais é preciso enfrentá-los de forma correta, tão logo se apresentem, caso contrário, talvez não haja segunda chance.

Basta uma vacilada, uma declaração inadequada ou errada, uma gafe, uma decisão descabida, para destruir uma organização, afetar seriamente sua reputação, queimar pessoas, tornar a empresa algo fácil para critica.

O perigo reside não apenas em escolher alvos errados, e muito mais em gastar dinheiro e energia errado, criando problemas mais sérios, e o tempo se fechando em criticas verdadeiras.

Por que gestores e suas organizações caem nesta armadilha? Por que insistem em seguir caminhos errados? Como escolher os caminhos certos? Como uma vez descortinado o caminho correto, interromper a caminhada e reverter à direção? Como focalizar os problemas certos e investir nas suas soluções suas energias?

Por não ser uma ciência exata e talvez nunca venha a ser – pelo menos em sua totalidade – as gestões menos experientes são sensíveis ao modismo. A tendência de adotar o mais recente emerge com o mesmo entusiasmo dos anteriores, os quais abandonam logo que surja o seguinte. Isto responde pela tamanha desconfiança e desespero atualmente nas organizações.

Se os modismos enganam alguém, esse alguém é a alta gestão e seus ocupantes que adotam. Não está na base nem no meio da pirâmide da organização quem implantou e sim, quem suportará os efeitos negativos.

Isto não significa que Gestão de Qualidade, Gestão de Resultados, Reengenharia de Processos, sejam inúteis. Não dá para aceitar aqueles geradores de custos extravagantes que surgem como “remédio que cura tudo”. De forma alguma também não significa que os programas nunca devam ser modificados ou abandonados. Chamamos a atenção para que as decisões sobre continuar ou mudar, devam ser com base em pensamento critico, notadamente no saber, no conhecimento e na competência para avaliar. A responsabilidade, portanto, cabe integralmente a gestão e os gestores.

Os dicionários definem modismo – em inglês FAD – como uma mania ou modismo, adotada com vibração por breve espaço de tempo. Por sua vez FIDDLE – FADDLE são as origens mais prováveis da palavra FAD, que é definida como tolice. Dentro desde contexto, modismo é a adoção de uma tolice.

Segundo consta existe uma única e verdadeira maneira de não ser vitima do modismo, qual seja: pensar com inteligência, ter experiência e preparo. É imprescindível. Os adeptos desse processo resolvem questões complexas, formulam perguntas pertinentes, com uma exata visão do problema. Claro, implementam soluções adequadas, estabelecendo vantagem competitiva, se distanciando das organizações mal sucedidas.

Quem controla a solução, controla o problema, ensina a sabedoria universal. Ensina mais, um problema bem colocado é meio caminho andado, bem como nunca confie em uma única avaliação de um problema importante. Os efeitos positivos dos pensamentos críticos serão bem mais apreciados, depois que se examine o que acontecia na sua ausência. Quem tem problemas organizacionais e não conseguem pensar nem aceitar avaliação critica, tem forte tendência para gerar crise para si mesmo.

A máquina da Gestão cresce assustadoramente. Diretorias, Assessorias, Consultorias, Cargos outros se multiplicam. Elevam de forma assustadora os custos administrativos. Para piorar, surge um conflito de poder, de mando, faltará afinação no conjunto. Começa a criar projetos e projetos, com focos errados, descabidos, desnecessários ou sem uma lógica aceitável, os quais no futuro redundarão em resultados desconfortáveis, caros, indefensáveis, um desastre. Compete uma revisão imediata.

A sabedoria vem de escutar; do falar vem o arrependimento (Provérbio Italiano). Decisões importantes nunca devem ser tomadas impositivamente por uma única pessoa.

Previsão e certeza de recurso disponível fundamentam equilíbrio financeiro!

Aucélio Gusmão

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